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	<title>fiscal Archives - AIN Global</title>
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	<description>Você e sua empresa conectados ao mundo</description>
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	<title>fiscal Archives - AIN Global</title>
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		<title>Classificação Fiscal: quais os riscos se estiver errada?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[invoice]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda empresa deve se preocupar em classificar seus produtos corretamente. A Classificação Fiscal é uma etapa extremamente importante, pois os erros podem impactar bastante nos processos de importação, principalmente. Veremos que as consequências podem ser o pagamento de multa e até mesmo a perda do produto importado. Estas duas situações podem inviabilizar as operações e [&#8230;]</p>
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<p>Toda empresa deve se preocupar em classificar seus produtos corretamente. A Classificação Fiscal é uma etapa extremamente importante, pois os erros podem impactar bastante nos processos de importação, principalmente.</p>



<p>Veremos que as consequências podem ser o pagamento de multa e até mesmo a perda do produto importado. Estas duas situações podem inviabilizar as operações e gerar um prejuízo financeiro enorme.</p>



<p>No entanto, sua empresa pode evitar que isso aconteça compreendendo o impacto dos erros e a importância da Classificação Fiscal correta. Veja a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>A Classificação Fiscal de produtos significa categorizar estes itens através de códigos para definir as regras e taxas específicas que serão aplicadas a cada um dos produtos. O segredo é que todo produto comercializado se encaixa em uma classificação específica, definida a partir de uma divisão de grupos.</p>



<p>Todavia, como cada empresa possui uma grande variedade de produtos e cada um deles deve ter um código correspondente, essa tarefa pode não ser muito simples. No Mercosul utilizamos a Nomenclatura Comum do Mercosul (código NCM), baseado no Sistema Harmonizado (SH), composto por oito dígitos.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/1-3.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a Classificação Fiscal é importante?</strong></h2>



<p>O SH trouxe mais facilidade nas negociações comerciais entre os países. Com ele os produtos podem ser identificados e reconhecidos mais rapidamente em qualquer lugar do mundo.</p>



<p>Isso acontece porque a classificação, que já é aceita internacionalmente, se compõe por códigos numéricos padronizados.</p>



<p>Classificar os produtos de maneira acertada garante a correta apuração e recolhimento dos tributos estaduais e federais devidos, de acordo com as alíquotas previamente definidas.</p>



<p>Além disso, as regras da Receita Federal do Brasil (RFB) regulam o tratamento administrativo que será dado no desembaraço aduaneiro a partir da Classificação Fiscal dos produtos. Como exemplo podemos citar as cotas, as licenças e registros (com exigência prévia ao embarque, inclusive) e, até mesmo, as proibições.</p>



<p>Por isso é que se considera a Classificação Fiscal como uma das etapas mais importantes das operações de Comércio Exterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os riscos de errar a Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>Errar nesta etapa indica que não foram cumpridos os requisitos necessários para a operação de importação.</p>



<p>Como consequência, a empresa pode vir a pagar os impostos de maneira equivocada e isso levar à cobrança de multas, conforme veremos a seguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recolher os impostos incorretamente</strong></h3>



<p>A Classificação Fiscal incorreta pode impactar nas alíquotas dos tributos. Estas alíquotas são fixadas de acordo com o tipo de comercialização e circulação dos produtos.</p>



<p>Portanto, se a Classificação Fiscal estiver errada, as alíquotas correspondentes também estarão. Neste caso, a empresa pode ter sua mercadoria retida e sofrer prejuízos financeiros.</p>



<p>Primeiro porque o material destinado à atividade comercial ou ao processo produtivo não poderá ser utilizado.</p>



<p>Além disso, caso o recolhimento dos impostos seja menor do que o valor devido, a empresa pode ser autuada por infração e ser obrigada a pagar a multa mínima de 75% sobre o valor dos tributos devidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Multa</strong></h3>



<p>Como vimos, a classificação incorreta de um item pode levar à aplicação de multas. De modo geral, o valor da multa será equivalente a 1% do Valor Aduaneiro da mercadoria. A Receita Federal estabeleceu o limite mínimo de R$ 500,00 por adição incorreta na DI/DUIMP (Declaração de Importação / Declaração Única de Importação). Já o limite máximo é de 10% do total da DI/DUIMP.</p>



<p>É importante esclarecer que a RFB criou estes limites para regularizar as situações em que o valor da multa aplicada ultrapassa o valor da própria carga.</p>



<p>A multa também pode ser aplicada em casos de ausência de LI (Licença de Importação) obrigatória ou LI deferida após o embarque. Nos dois casos, o valor da multa é de 30% do Valor Aduaneiro.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/2.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como evitar erros na Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>Como discorremos acima, cometer erros na Classificação Fiscal de um produto pode gerar muitas dificuldades. Por isso, contar com o apoio de contadores ou de seu despachante pode contribuir para a solução de dúvidas e evitar que esses erros ocorram.</p>



<p>A única ressalva que fazemos é: garanta que seu despachante aduaneiro tenha total conhecimento a respeito do produto que você pretende importar.</p>



<p>Veja em seguida nossas dicas para melhorar o processo de Classificação Fiscal da sua empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entender as regras gerais de Classificação Fiscal</strong></h3>



<p>Para compreender como fazer a Classificação Fiscal correta primeiramente é necessário conhecer as Regras Gerais de Interpretação do Sistema Harmonizado (RGI-SH). Vamos comentar brevemente sobre elas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI1</h4>



<p>Os títulos das Seções, Capítulos e Subcapítulos têm apenas valor indicativo: esses títulos não podem ser utilizados para classificar as mercadorias. Para isso, é preciso ler os textos das posições e as notas, de acordo com a ordem das regras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI2A</h4>



<p>Referências a artigos em determinada posição abrangem este artigo inacabado ou incompleto, caso apresente as suas principais características. Por ser subjetivo, o conceito de essencialidade requer análises técnicas de peritos ou engenheiros, para determinar se os atributos estão ou não presentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI2B</h4>



<p>Referências a uma matéria em determinada posição dizem respeito a essa matéria, em estado puro ou misturada ou associada a outras matérias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI3</h4>



<p>Chamada de <strong>regra do kit</strong>, indica que, se a mercadoria parecer poder ser classificada em duas ou mais posições, devem-se seguir os seguintes critérios:</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3A</h5>



<p>A posição mais específica prevalece sobre as mais genéricas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3B</h5>



<p>Produtos misturados e obras compostas de matérias diferentes ou constituídas pela reunião de artigos diferentes são classificados pela matéria ou artigo que lhes confira a característica essencial.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3C</h5>



<p>Se as duas regras anteriores não permitem que se faça a Classificação Fiscal, a mercadoria deve ser classificada na posição situada no último lugar na ordem numérica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI4</h4>



<p>Mercadorias que não possam ser classificadas por aplicação das regras anteriores classificam-se na posição correspondente aos artigos semelhantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI5</h4>



<p>Além das disposições precedentes, as mercadorias abaixo mencionadas estão sujeitas às seguintes regras:</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI5A</h5>



<p>Os estojos feitos para armazenar determinados artigos (como estojos para aparelhos ou instrumentos) devem ter a mesma classificação dos itens a que se destinam.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI5B</h5>



<p>Classificam-se os receptáculos nas mesmas classificações de seus conteúdos quando utilizados para seu acondicionamento. Entretanto, não se aplica esta obrigatoriedade em casos que a embalagem é suscetível de utilização repetida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI6</h4>



<p>O que determina a classificação das mercadorias nas subposições de uma mesma posição são os textos das subposições e as suas notas. Contudo, as regras anteriores também devem ser consideradas para a identificação do 5º e 6º dígitos.</p>



<p>É preciso conhecer estas regras profundamente, para então poder garantir uma classificação correta dos produtos. Existem no mercado profissionais especializados no assunto, principalmente despachantes aduaneiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atentar às especificações técnicas do seu produto</strong></h3>



<p>Também é essencial que se conheça o produto e suas especificações técnicas. Ter este conhecimento é importante para diferenciar um produto do outro, comparando as funções de cada item ou sua composição (os materiais de que são produzidos).</p>



<p>Um profissional que conheça as funções das mercadorias saberá fazer a classificação correta, pois entenderá as particularidades do produto e saberá distingui-los entre si.</p>



<p>Assim, entendemos que para realizar a Classificação Fiscal é preciso unir dois tipos de profissionais: aqueles que entendem da aplicação das regras e aqueles que conhecem a fundo as particularidades dos produtos que serão classificados.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/3.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como corrigir uma NCM errada?</strong></h2>



<p>Se o erro for identificado em até 24h da emissão da nota fiscal, basta cancelar esta nota sem prejuízos fiscais. Em seguida, pode-se emitir uma nova nota com a NCM correta. No entanto, esta opção é válida apenas se não houver circulação da mercadoria.</p>



<p>A alternativa é seguir com uma carta de correção (CC-e). O texto do <a href="https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2005/AJ007_05">Ajuste SINIEF 7/2005</a>, em sua cláusula 14ª determina que erros cometidos em alguns campos da nota podem ser corrigidos. A NCM é um desses campos passíveis de correção por CC-e.</p>



<p>No entanto, importante se atentar que só é possível utilizar a CC-e neste caso desde que não haja variação dos valores das alíquotas entre um código e outro. Neste caso, o que não pode haver é alteração na carga tributária na operação.</p>



<p>Se o próprio importador identificar o erro e reconhecê-lo perante o fisco (atitude que chamamos de <em>autodenúncia</em>), o fiscal pode reduzir a multa em 50%. Neste caso, pode ocorrer a redução porque a empresa admitiu o erro no registro da DI e informou a Receita Federal antes ter sido lavrado o auto de infração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conte com a AIN Global</strong></h2>



<p>A AIN Global pode ajudar sua empresa na Classificação Fiscal de seus produtos. Nossa equipe conta com profissionais focados no cliente e em atender suas necessidades.</p>



<p>Somos uma empresa que busca atualização constante para garantir conhecimento especializado nas áreas de importação e exportação. Por isso podemos dar suporte em todas as etapas da operação, começando pela Classificação Fiscal.</p>



<p><a href="https://novo.ainglobal.com.br/contato/">Entre em contato</a> com nosso time de especialistas e conheças as soluções que podemos oferecer para facilitar suas operações de Comércio Exterior.</p>
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