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	<title>aérea Archives - AIN Global</title>
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	<description>Você e sua empresa conectados ao mundo</description>
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	<title>aérea Archives - AIN Global</title>
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		<title>Classificação Fiscal: quais os riscos se estiver errada?</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 14:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Toda empresa deve se preocupar em classificar seus produtos corretamente. A Classificação Fiscal é uma etapa extremamente importante, pois os erros podem impactar bastante nos processos de importação, principalmente. Veremos que as consequências podem ser o pagamento de multa e até mesmo a perda do produto importado. Estas duas situações podem inviabilizar as operações e [&#8230;]</p>
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<p>Toda empresa deve se preocupar em classificar seus produtos corretamente. A Classificação Fiscal é uma etapa extremamente importante, pois os erros podem impactar bastante nos processos de importação, principalmente.</p>



<p>Veremos que as consequências podem ser o pagamento de multa e até mesmo a perda do produto importado. Estas duas situações podem inviabilizar as operações e gerar um prejuízo financeiro enorme.</p>



<p>No entanto, sua empresa pode evitar que isso aconteça compreendendo o impacto dos erros e a importância da Classificação Fiscal correta. Veja a seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>A Classificação Fiscal de produtos significa categorizar estes itens através de códigos para definir as regras e taxas específicas que serão aplicadas a cada um dos produtos. O segredo é que todo produto comercializado se encaixa em uma classificação específica, definida a partir de uma divisão de grupos.</p>



<p>Todavia, como cada empresa possui uma grande variedade de produtos e cada um deles deve ter um código correspondente, essa tarefa pode não ser muito simples. No Mercosul utilizamos a Nomenclatura Comum do Mercosul (código NCM), baseado no Sistema Harmonizado (SH), composto por oito dígitos.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/1-3.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a Classificação Fiscal é importante?</strong></h2>



<p>O SH trouxe mais facilidade nas negociações comerciais entre os países. Com ele os produtos podem ser identificados e reconhecidos mais rapidamente em qualquer lugar do mundo.</p>



<p>Isso acontece porque a classificação, que já é aceita internacionalmente, se compõe por códigos numéricos padronizados.</p>



<p>Classificar os produtos de maneira acertada garante a correta apuração e recolhimento dos tributos estaduais e federais devidos, de acordo com as alíquotas previamente definidas.</p>



<p>Além disso, as regras da Receita Federal do Brasil (RFB) regulam o tratamento administrativo que será dado no desembaraço aduaneiro a partir da Classificação Fiscal dos produtos. Como exemplo podemos citar as cotas, as licenças e registros (com exigência prévia ao embarque, inclusive) e, até mesmo, as proibições.</p>



<p>Por isso é que se considera a Classificação Fiscal como uma das etapas mais importantes das operações de Comércio Exterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais os riscos de errar a Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>Errar nesta etapa indica que não foram cumpridos os requisitos necessários para a operação de importação.</p>



<p>Como consequência, a empresa pode vir a pagar os impostos de maneira equivocada e isso levar à cobrança de multas, conforme veremos a seguir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Recolher os impostos incorretamente</strong></h3>



<p>A Classificação Fiscal incorreta pode impactar nas alíquotas dos tributos. Estas alíquotas são fixadas de acordo com o tipo de comercialização e circulação dos produtos.</p>



<p>Portanto, se a Classificação Fiscal estiver errada, as alíquotas correspondentes também estarão. Neste caso, a empresa pode ter sua mercadoria retida e sofrer prejuízos financeiros.</p>



<p>Primeiro porque o material destinado à atividade comercial ou ao processo produtivo não poderá ser utilizado.</p>



<p>Além disso, caso o recolhimento dos impostos seja menor do que o valor devido, a empresa pode ser autuada por infração e ser obrigada a pagar a multa mínima de 75% sobre o valor dos tributos devidos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Multa</strong></h3>



<p>Como vimos, a classificação incorreta de um item pode levar à aplicação de multas. De modo geral, o valor da multa será equivalente a 1% do Valor Aduaneiro da mercadoria. A Receita Federal estabeleceu o limite mínimo de R$ 500,00 por adição incorreta na DI/DUIMP (Declaração de Importação / Declaração Única de Importação). Já o limite máximo é de 10% do total da DI/DUIMP.</p>



<p>É importante esclarecer que a RFB criou estes limites para regularizar as situações em que o valor da multa aplicada ultrapassa o valor da própria carga.</p>



<p>A multa também pode ser aplicada em casos de ausência de LI (Licença de Importação) obrigatória ou LI deferida após o embarque. Nos dois casos, o valor da multa é de 30% do Valor Aduaneiro.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/2.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como evitar erros na Classificação Fiscal?</strong></h2>



<p>Como discorremos acima, cometer erros na Classificação Fiscal de um produto pode gerar muitas dificuldades. Por isso, contar com o apoio de contadores ou de seu despachante pode contribuir para a solução de dúvidas e evitar que esses erros ocorram.</p>



<p>A única ressalva que fazemos é: garanta que seu despachante aduaneiro tenha total conhecimento a respeito do produto que você pretende importar.</p>



<p>Veja em seguida nossas dicas para melhorar o processo de Classificação Fiscal da sua empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entender as regras gerais de Classificação Fiscal</strong></h3>



<p>Para compreender como fazer a Classificação Fiscal correta primeiramente é necessário conhecer as Regras Gerais de Interpretação do Sistema Harmonizado (RGI-SH). Vamos comentar brevemente sobre elas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI1</h4>



<p>Os títulos das Seções, Capítulos e Subcapítulos têm apenas valor indicativo: esses títulos não podem ser utilizados para classificar as mercadorias. Para isso, é preciso ler os textos das posições e as notas, de acordo com a ordem das regras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI2A</h4>



<p>Referências a artigos em determinada posição abrangem este artigo inacabado ou incompleto, caso apresente as suas principais características. Por ser subjetivo, o conceito de essencialidade requer análises técnicas de peritos ou engenheiros, para determinar se os atributos estão ou não presentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI2B</h4>



<p>Referências a uma matéria em determinada posição dizem respeito a essa matéria, em estado puro ou misturada ou associada a outras matérias.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI3</h4>



<p>Chamada de <strong>regra do kit</strong>, indica que, se a mercadoria parecer poder ser classificada em duas ou mais posições, devem-se seguir os seguintes critérios:</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3A</h5>



<p>A posição mais específica prevalece sobre as mais genéricas.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3B</h5>



<p>Produtos misturados e obras compostas de matérias diferentes ou constituídas pela reunião de artigos diferentes são classificados pela matéria ou artigo que lhes confira a característica essencial.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI3C</h5>



<p>Se as duas regras anteriores não permitem que se faça a Classificação Fiscal, a mercadoria deve ser classificada na posição situada no último lugar na ordem numérica.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI4</h4>



<p>Mercadorias que não possam ser classificadas por aplicação das regras anteriores classificam-se na posição correspondente aos artigos semelhantes.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI5</h4>



<p>Além das disposições precedentes, as mercadorias abaixo mencionadas estão sujeitas às seguintes regras:</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI5A</h5>



<p>Os estojos feitos para armazenar determinados artigos (como estojos para aparelhos ou instrumentos) devem ter a mesma classificação dos itens a que se destinam.</p>



<h5 class="wp-block-heading">RGI5B</h5>



<p>Classificam-se os receptáculos nas mesmas classificações de seus conteúdos quando utilizados para seu acondicionamento. Entretanto, não se aplica esta obrigatoriedade em casos que a embalagem é suscetível de utilização repetida.</p>



<h4 class="wp-block-heading">RGI6</h4>



<p>O que determina a classificação das mercadorias nas subposições de uma mesma posição são os textos das subposições e as suas notas. Contudo, as regras anteriores também devem ser consideradas para a identificação do 5º e 6º dígitos.</p>



<p>É preciso conhecer estas regras profundamente, para então poder garantir uma classificação correta dos produtos. Existem no mercado profissionais especializados no assunto, principalmente despachantes aduaneiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Atentar às especificações técnicas do seu produto</strong></h3>



<p>Também é essencial que se conheça o produto e suas especificações técnicas. Ter este conhecimento é importante para diferenciar um produto do outro, comparando as funções de cada item ou sua composição (os materiais de que são produzidos).</p>



<p>Um profissional que conheça as funções das mercadorias saberá fazer a classificação correta, pois entenderá as particularidades do produto e saberá distingui-los entre si.</p>



<p>Assim, entendemos que para realizar a Classificação Fiscal é preciso unir dois tipos de profissionais: aqueles que entendem da aplicação das regras e aqueles que conhecem a fundo as particularidades dos produtos que serão classificados.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/07/3.png" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como corrigir uma NCM errada?</strong></h2>



<p>Se o erro for identificado em até 24h da emissão da nota fiscal, basta cancelar esta nota sem prejuízos fiscais. Em seguida, pode-se emitir uma nova nota com a NCM correta. No entanto, esta opção é válida apenas se não houver circulação da mercadoria.</p>



<p>A alternativa é seguir com uma carta de correção (CC-e). O texto do <a href="https://www.confaz.fazenda.gov.br/legislacao/ajustes/2005/AJ007_05">Ajuste SINIEF 7/2005</a>, em sua cláusula 14ª determina que erros cometidos em alguns campos da nota podem ser corrigidos. A NCM é um desses campos passíveis de correção por CC-e.</p>



<p>No entanto, importante se atentar que só é possível utilizar a CC-e neste caso desde que não haja variação dos valores das alíquotas entre um código e outro. Neste caso, o que não pode haver é alteração na carga tributária na operação.</p>



<p>Se o próprio importador identificar o erro e reconhecê-lo perante o fisco (atitude que chamamos de <em>autodenúncia</em>), o fiscal pode reduzir a multa em 50%. Neste caso, pode ocorrer a redução porque a empresa admitiu o erro no registro da DI e informou a Receita Federal antes ter sido lavrado o auto de infração.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conte com a AIN Global</strong></h2>



<p>A AIN Global pode ajudar sua empresa na Classificação Fiscal de seus produtos. Nossa equipe conta com profissionais focados no cliente e em atender suas necessidades.</p>



<p>Somos uma empresa que busca atualização constante para garantir conhecimento especializado nas áreas de importação e exportação. Por isso podemos dar suporte em todas as etapas da operação, começando pela Classificação Fiscal.</p>



<p><a href="https://novo.ainglobal.com.br/contato/">Entre em contato</a> com nosso time de especialistas e conheças as soluções que podemos oferecer para facilitar suas operações de Comércio Exterior.</p>
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		<title>Classificação fiscal: o que é e como fazer de minha importação?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem atua com compra e venda de bens já deve estar familiarizado com o tema classificação fiscal de mercadorias. &#160; Esta atividade é parte essencial na determinação da tributação que será aplicada no processo de compra de materiais, por exemplo. Dada a sua importância e a gama de variações é primordial ter o entendimento profundo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem atua com compra e venda de bens já deve estar familiarizado com o tema <strong>classificação fiscal de mercadorias</strong>. &nbsp;</p>



<p>Esta atividade é parte essencial na determinação da tributação que será aplicada no processo de compra de materiais, por exemplo.</p>



<p>Dada a sua importância e a gama de variações é primordial ter o entendimento profundo das classificações e saber como aplicá-las aos seus produtos importados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é classificação fiscal de mercadorias?</h2>



<p>A classificação fiscal de mercadorias corresponde à atribuição de um código numérico específico pré-determinado para cada um dos produtos que serão comercializados.</p>



<p>Esta categorização leva em conta todas as características do produto, bem como a sua aplicação.</p>



<p>Cada país é responsável por regular e averiguar o correto uso da classificação fiscal, pois é através dela que ocorrerá toda a aplicação de alíquotas tributárias e regulações adicionais de comercialização. Vale lembrar que a classificação é um processo obrigatório para todas as empresas.</p>



<p>A classificação influencia diretamente nos custos dos processos de compra e venda de mercadoria, o que reforça a importância de realizá-la corretamente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1378" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-1-1024x683.jpg 1024w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-1-300x200.jpg 300w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-1-768x512.jpg 768w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/1-1.jpg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Quando realizada de forma adequada, a classificação fiscal ajuda na análise de viabilidade de compra de um determinado produto, além de proteger a empresa de multas oriundas da incorreta classificação. &nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">Nomenclatura Comum do Mercosul</h3>



<p>No Brasil a classificação de mercadorias é realizada através da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que foi criada em 1995 pelo respectivo bloco econômico. Assim, todos os integrantes do bloco utilizam o mesmo sistema de classificação fiscal de mercadorias.</p>



<p>É importante observar que a NCM é uma derivação do SH (Sistema Harmonizado), criado pela OMC (Organização Mundial do Comércio).</p>



<p>Na prática, a NCM contém oito dígitos, sendo que os seis primeiros correspondem ao código internacional SH e os dois últimos às informações adicionais exigidas pelo Mercosul.</p>



<p>Para facilitar o entendimento da NCM, devemos saber que os dois primeiros dígitos indicam o <strong>capítulo </strong>no qual a mercadoria se enquadra.</p>



<p>Os quatro primeiros dígitos determinam a <strong>posição </strong>da mercadoria dentro de seu capítulo.</p>



<p>Em seguida, a combinação dos seis primeiros dígitos corresponde à <strong>subposição</strong> da classificação.</p>



<p>Por fim, o sétimo dígito da NCM indica o <strong>item</strong> e o oitavo dígito o <strong>subitem</strong> da determinação fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como fazer a classificação fiscal de minha importação?</h2>



<p>Quando nos referimos ao processo de compra de produtos importados a classificação se torna ainda mais importante, pois além dos tributos ela alimenta o controle estatístico governamental e influencia:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>nos processos aduaneiros obrigatórios;</li><li>nos tratamentos administrativos específicos;</li><li>na identificação de defesa comercial;</li><li>na atribuição de regimes especiais.</li></ul>



<p>Para usufruir de todas essas características e potencialmente de algum benefício, devemos nos ater ao passo a passo para a determinação correta da classificação fiscal de mercadorias:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Entenda seu produto</h3>



<p>O primeiro passo para determinar a classificação fiscal é entender sobre o produto em questão. Para tanto, é necessário investigar sobre todas as características do produto.</p>



<p>Nesta etapa, muitas vezes, solicitamos a ajuda do fornecedor e do time de engenharia, já que eles costumam ter detalhes das atribuições e aplicações da mercadoria.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Faça a descrição do produto</h3>



<p>Após entender profundamente sobre o produto devemos traduzir todas as características e a aplicação dele em uma descrição detalhada.</p>



<p>Esta descrição é obrigatória na importação, uma vez que será utilizada em todos os documentos exigidos para o registro do processo. Além disso, é ela que vai nos auxiliar na escolha da NCM que deverá ser atribuída ao produto.</p>



<p>É preciso ter cuidado com a grafia e as regras de pontuação na descrição, tanto quanto atentar para a característica essencial do produto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-2-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1379" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-2-1024x683.jpg 1024w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-2-300x200.jpg 300w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-2-768x512.jpg 768w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/2-2.jpg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Consulte a tabela NCM e a NESH</h3>



<p>Fica claro que o processo de determinação da NCM correta para cada produto é uma atividade complexa, por este motivo a Receita Federal do Brasil (RFB) disponibiliza instrumentos e manuais para auxiliar na classificação fiscal de mercadorias.</p>



<p>Os aparatos mais importantes disponibilizados para esta atividade são o Sistema Classif e as Notas Explicativas do Sistema Harmonizado (NESH).</p>



<p>O Sistema Classif é um módulo do <a href="https://portalunico.siscomex.gov.br/portal/">Portal Único</a> criado em 2008. Ele é de acesso público e permite consultar todas as classificações fiscais possíveis e as que estão ativas para uso na importação.</p>



<p>Já as Notas Explicativas do Sistema Harmonizado (NESH) fornecem dados e instruções valiosas sobre a correta interpretação dos capítulos, subcapítulos e posições das NCMs.</p>



<p>As NESH também estão disponíveis dentro do Sistema Classif e já estão integradas com suas respectivas NCMs, o que ajuda muito o trabalho do importador na tarefa de encontrar a NCM que mais se adequa ao seu produto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Respeite as Regras Gerais para Interpretação do Sistema Harmonizado</h3>



<p>Além de todas as orientações anteriores, devemos lembrar das Regras Gerais para Interpretação do Sistema Harmonizado, disponíveis no <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4542impressao.htm">Decreto nº 4.542/2002</a>, e respeitá-las fielmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-1380" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-1-1024x683.jpg 1024w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-1-300x200.jpg 300w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-1-768x512.jpg 768w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/06/3-1.jpg 1125w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Abaixo preparamos um resumo das seis regras para determinação da classificação fiscal, destacando seus pontos mais importantes. Entretanto, para a devida classificação fiscal de mercadorias é preciso observar as regras na íntegra.<br>Para efeitos legais, a classificação é determinada pelos textos das posições e das Notas de Seção e de Capítulo, e não por seus títulos;<br>Para não haver um desdobramento gigantesco de classificação, a segunda regra, de forma geral, determina que a mercadoria incompleta poderá ser classificada como completa, desde que essa mercadoria apresente as características essenciais de como se ela estivesse completa ou acabada;<br>Quando a mercadoria pode ser classificada em duas ou mais posições, deve-se utilizar a mais específica, tendo relevância a característica mais essencial. Quando for impossível determinar qual característica é a mais essencial, deve-se então, de acordo com o decreto, classificar o produto na posição situada em último lugar na ordem numérica das NCMs elencadas como possíveis de aplicação ao produto;<br>As mercadorias que não possam ser classificadas por aplicação das regras acima, classificam-se na posição correspondente aos artigos mais semelhantes;<br>Esta regra é direcionada para produtos que possuem um estojo junto com o produto principal, como por exemplo cases de instrumentos musicais. Nestes casos, fica determinado que a classificação fiscal aplicada deve ser a que se enquadre no produto principal. A mesma regra se aplica em caso de embalagens que envolvam um produto principal;<br>Por fim, a sexta regra determina que a classificação de mercadorias nas subposições de uma mesma posição é determinada, para efeitos legais, pelos textos dessas subposições e pelo texto das notas de subposição.<br>Chame a AIN Global para auxiliar na classificação fiscal<br>Por conta da importância da classificação fiscal de mercadorias e do impacto financeiro e fiscal que ela gera em todo o processo, algumas empresas ficam preocupadas na hora de realizar esta atividade.<br>Dessa maneira, para aliviar este risco é essencial conhecer profundamente o tema e dominar as regras de classificação.<br>A <strong><a href="https://novo.ainglobal.com.br/">AIN Global</a></strong> conta com uma vasta experiência em classificação fiscal de mercadorias de diversos tipos, por isso, conte com o nosso auxílio para ter mais segurança na classificação de seus produtos e internacionalizar sua empresa de maneira sólida no mercado.</figcaption></figure>
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		<title>Estratégias para câmbio: conheça as melhores práticas para compra de moeda estrangeira</title>
		<link>https://novo.ainglobal.com.br/estrategias-para-cambio-melhores-praticas-para-compra-de-moeda/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2022 14:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nunca se falou tanto sobre planejamento financeiro e estratégias de câmbio como nos últimos tempos. Quando a economia global estava prestes a se recuperar dos efeitos causados pela grande crise econômica de 2008, a crise sanitária que ainda experimentamos causou um enorme impacto na população mundial, atingindo praticamente todos os setores da economia mundial. Pensando [&#8230;]</p>
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<p>Nunca se falou tanto sobre planejamento financeiro e estratégias de câmbio como nos últimos tempos.</p>



<p>Quando a economia global estava prestes a se recuperar dos efeitos causados pela grande crise econômica de 2008, a crise sanitária que ainda experimentamos causou um enorme impacto na população mundial, atingindo praticamente todos os setores da economia mundial.</p>



<p>Pensando nisso, preparamos um conteúdo repleto de informações sobre o mercado de câmbio para que o seu time esteja atento às nuances dessa temática e consiga traçar as melhores estratégias para gerir suas finanças internacionais.</p>



<p>Boa leitura!</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é câmbio no Comércio Exterior?</h2>



<p>O <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/oqueecambio">Banco Central do Brasil</a> (BACEN) define o termo “operação de câmbio” como a troca da moeda de um país pela moeda de outro país e, para que essa troca aconteça, deve haver uma operação formal por meio de uma instituição financeira habilitada para atuar no mercado de câmbio – o registro desta operação é chamado Contrato de Câmbio.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-5-1024x683.jpg" alt=""/></figure>



<p>Trata-se de uma operação vital nas operações de Comércio Exterior e por isso exige uma estratégia de câmbio planejada.</p>



<p>No dia a dia, importadores precisam realizar operações de câmbio para trocar seus reais e pagar as faturas dos fornecedores internacionais. Por outro lado, exportadores efetuam operações de câmbio para trocar o valor recebido em moeda estrangeira decorrentes das vendas internacionais para reais.</p>



<p>Para entendermos os detalhes do mercado de câmbio é importante uma breve contextualização sobre o regime cambial.</p>



<p>Acompanhe:</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é e como funciona o regime cambial?</h2>



<p>Regime cambial é um conjunto de regras que definem a postura que cada governo assumirá frente à valorização da sua moeda, assim como os meios para considerar a taxa de câmbio. Diante disso, é importante notar que as nações são livres para adotarem o regime cambial de sua preferência.&nbsp;São três os regimes de câmbio existentes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Câmbio de livre cotação</strong> ou <strong>flutuante</strong>: a oscilação das moedas é tolerada desde que não ocorram variações bruscas. Caso isso aconteça, as autoridades poderão alterar taxas de juros de referência com o objetivo de evitar situações de hiperinflação. O sistema monetário brasileiro opera desta maneira e, em casos especiais, recalcula a SELIC – a taxa de juros mais importante da economia nacional;</li><li><strong>Câmbio fixo</strong>: não há livre oscilação das moedas, ou seja, o governo ajusta o câmbio a ponto de optar pelo endividamento da nação. A maior razão para esta opção é o rígido controle da inflação;</li><li><strong>Câmbio de bandas</strong>: a oscilação das moedas é tolerada de forma tímida, ou seja, existem limites mínimos e máximos para a taxa cambial.</li></ul>





<h2 class="wp-block-heading">O que é fechamento de câmbio?</h2>



<p>O fechamento de câmbio é o resultado final do processo formal de converter moedas estrangeiras em uma operação de compra ou venda internacional.</p>



<p>Para garantir o sucesso na hora de fechar o câmbio é preciso estratégia, e é justamente por isso, que decidimos esclarecer aqui os detalhes inerentes aos tipos de pagamento praticados no mercado internacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pagamento Antecipado</h3>



<p>O importador realiza o pagamento referente ao valor total da carga ao exportador antes mesmo do embarque acontecer.</p>



<p>Em operações como esta não há riscos para o exportador, já que o pagamento é adiantado.</p>



<p>Entretanto, é uma estratégia de câmbio arriscada ao importador, que assume o risco de não receber o produto pago.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pagamento à vista</h3>



<p>O importador assume o compromisso de pagar pela mercadoria assim que ela chegar ao seu destino; ou seja, antes da nacionalização, mas após o embarque no porto ou aeroporto de origem.</p>



<p>O maior risco desta operação assume o exportador, já que a quantia referente ao valor da venda não será feita com antecedência.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pagamento a prazo</h3>



<p>Nesse caso o exportador oferece maior flexibilidade ao importador, com negociações que podem variar de 30 a 120 dias após a nacionalização da mercadoria.</p>



<p>Negociações como essa costumam acontecer após um certo tempo de relacionamento comercial, pois requerem confiança entre ambas as partes uma vez que o pagamento da carga será feito depois que ela estiver em posse do importador.</p>



<p>Quer saber tudo sobre os tipos de pagamentos internacionais? Aproveite para <a href="https://novo.ainglobal.com.br/pagamento-internacional-o-que-e-e-quais-sao-os-principais-tipos/">ler esse artigo completo</a> dedicado ao assunto!</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que é importante ter estratégias para câmbio?</h2>



<p>Elaborar uma estratégia cambial não é algo simples, pois assim como o planejamento exige muita pesquisa e estudo de tendências, a execução exige agilidade.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-6-1024x683.jpg" alt=""/></figure>



<p>Demorar para fechar o câmbio pode ser prejudicial aos seus negócios, já que o efeito de um fechamento de câmbio realizado em momento inoportuno, pode causar grandes impactos no fluxo de caixa.</p>



<p>Nessa perspectiva, é bom que se tenha clareza quanto ao cenário econômico e os documentos necessários para o fechamento de câmbio, pois a documentação pode variar de acordo com a finalidade da operação, seja ela importação, exportação ou uma simples transferência internacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as melhores estratégias para câmbio?</h2>



<p>Confira três dicas para evitar saia justa durante o fechamento de câmbio e garantir o sucesso nesta etapa tão importante e ao mesmo tempo sensível.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Evite centralizar todos os contratos em uma única instituição financeira</h3>



<p>Atualmente as instituições habilitadas para operar no mercado de câmbio são extremamente ágeis e muitas delas priorizam a educação financeira dos clientes, portanto, mantenha um relacionamento saudável com mais de um banco ou corretora e aproveite o que elas têm a oferecer sobre o assunto.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Acompanhe o mercado financeiro</h3>



<p>Investir alguns minutos do seu dia para analisar as melhores taxas fornecidas por seus bancos de relacionamento é uma boa prática que precisa ser constante, até mesmo quando não há contratos pendentes de fechamento, pois a informação bem gerenciada possibilita bons insights para os momentos de negociação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Avalie as possibilidades de utilizar Swap Cambial</h3>



<p>Importadoras que contam com alto volume de faturas costumam firmar contratos de Swap Cambial quando o dólar apresenta tendência de alta. A estratégia de câmbio deste produto financeiro visa minimizar a incerteza relacionada à variação cambial, pois o Swap Cambial possibilita a troca da rentabilidade do dólar pela variação de outras taxas como, por exemplo, a taxa Selic.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-7-1024x683.jpg" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Conheça as comitivas internacionais da AIN Global</h2>



<p>Agora que você já leu nossas dicas para traçar sua estratégia, lembre-se que a meta da AIN Global é tornar empresas competitivas globalmente!</p>



<p>Estamos preparados para auxiliar em todos os trâmites relacionados à internacionalização da sua empresa.</p>



<p>Conte também com as Comitivas Internacionais da AIN Global: um serviço especializado dedicado a levar você e sua empresa para conhecer fornecedores, produtos e compradores que certamente ajudarão no processo de internacionalização do seu negócio.</p>



<p>Acesse o <a href="https://novo.ainglobal.com.br/comitivas-internacionais/">menu dedicado às Comitivas Internacionais</a> e saiba mais sobre o tema.</p>
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		<title>Tudo sobre financiamento à importação</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2022 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exportação]]></category>
		<category><![CDATA[Importação]]></category>
		<category><![CDATA[aérea]]></category>
		<category><![CDATA[carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando trabalhamos com importação, o alto custo dos produtos, serviços e despesas dos processos podem inviabilizar a atividade comercial, ou no mínimo, prejudicar a saúde financeira do fluxo de caixa das empresas. Assim, o financiamento à importação vem como uma solução para ajudar as empresas importadoras a resolverem este impasse. Com o financiamento, empresas encontram [&#8230;]</p>
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<p>Quando trabalhamos com importação, o alto custo dos produtos, serviços e despesas dos processos podem inviabilizar a atividade comercial, ou no mínimo, prejudicar a saúde financeira do fluxo de caixa das empresas. Assim, o financiamento à importação vem como uma solução para ajudar as empresas importadoras a resolverem este impasse.</p>



<p>Com o financiamento, empresas encontram recursos não somente para concretizar suas importações, mas para pensar no seu crescimento, na modernização de suas plantas e almejar o atendimento de novos mercados, além de equalizar o seu fluxo de caixa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é financiamento à importação?</h2>



<p>O financiamento à importação, também conhecido pela sigla <strong>FINIMP</strong>, corresponde à linha de crédito disponibilizada por instituições financeiras a empresas brasileiras que necessitam de capital imediato para custear suas importações.</p>



<p>Nesta modalidade, o exportador recebe o pagamento no prazo acordado através da instituição financeira. Por outro lado, o importador ganha um tempo maior para quitar o valor de suas importações.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-1-1024x683.jpg" alt=""/></figure>



<p>O financiamento às importações pode ser aplicado tanto na compra de mercadorias e serviços, como para as despesas que envolvem todo o processo de importação, tais como frete, armazenagem etc.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as modalidades de financiamento à importação?</h2>



<p>Assim que uma empresa importadora escolhe financiar suas importações, ela deve se atentar na escolha da modalidade deste financiamento, podendo ser <strong>Repasse</strong> ou <strong>Direto</strong>.</p>



<p>Para isso, é preciso entender a diferença entre eles e então analisar qual a melhor alternativa para o cenário da empresa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Repasse</h3>



<p>Na modalidade <strong>Repasse</strong> uma instituição financeira brasileira faz a intermediação entre o crédito obtido no exterior com a empresa importadora. Dessa forma, é a instituição de crédito brasileira que faz o repasse dos valores ao importador.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Direto</h3>



<p>Já na modalidade <strong>Direto</strong>, o importador adquire o financiamento diretamente com uma instituição financeira no exterior. Nesta modalidade não temos nenhum intermediário entre o importador e a instituição no exterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais as vantagens do financiamento à importação?</h2>



<p>Como vimos, o principal objetivo do financiamento nas importações é disponibilizar recursos financeiros para as aliviarem seu capital de giro, a fim de suprir suas operações e fomentar seu crescimento.</p>



<p>O FINIMP consegue atingir este propósito por meio de suas diversas vantagens, sendo que as mais relevantes são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Flexibilidade para negociar prazos de pagamento, cujo início pode se dar até 360 dias depois, além de longos prazos para amortização, por exemplo, 10 anos;</li><li>Possibilidade de financiar não apenas o valor total da mercadoria ou serviço importado, mas também os custos que norteiam toda a operação. Isto é, as despesas pagas no processo de importação;</li><li>Acesso a taxas de juros praticadas no mercado internacional, que usualmente costumam ser menores que as praticadas no mercado nacional;</li><li>Mesmo nas opções de longos prazos de quitação, é possível encontrar financiamento com taxas fixas;</li><li>Grande variedade de instituições que oferecem este tipo de crédito, tanto nacionais como internacionais, o que facilita encontrar aquela que atende às necessidades do importador.</li></ul>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-2-1024x735.jpg" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o financiamento à importação?</h2>



<p>De forma geral, este tipo de financiamento consiste na obtenção de crédito com uma instituição financeira que irá financiar sua importação. Ou seja, ela quitará o valor das mercadorias ou serviços importados junto ao exportador, enquanto oferece um prazo maior para o importador quitar esta dívida.</p>



<p>Contudo, devemos observar alguns detalhes e procedimentos importantes para que esta operação ocorra com sucesso e sem grandes surpresas para o importador.</p>



<p>Portanto, devemos verificar quais os tributos envolvidos nesta operação, quais os requisitos legais e as linhas de financiamento disponíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tributação</h3>



<p>A tributação aplicada no financiamento à importação depende da modalidade contratada.</p>



<p>Para a modalidade de FINIMP Direto não temos a cobrança de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), pois a operação é efetuada direto na instituição do exterior. Entretanto, temos a incidência do IR (Imposto de Renda) sobre os juros pagos.</p>



<p>Na modalidade FINIMP Repasse incide IOF, já que a contratação do crédito é com uma instituição financeira no Brasil. No entanto, o ponto positivo é que não há a incidência de IR.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Requisitos</h3>



<p>Para concretizar o financiamento é obrigatório que a empresa importadora atenda a alguns requisitos básicos, quais sejam:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>ter registro de importador ativo junto à Receita Federal do Brasil (RFB);</li><li>ter conta aberta na instituição na qual irá adquirir o crédito;</li><li>possuir toda a documentação de importação, com o intuito de comprovar a operação em andamento.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading">Linhas de Financiamento</h3>



<p>As linhas de financiamento destinadas para empresas que também são exportadoras, agregam e muito as vantagens do financiamento à importação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adiantamento sobre Contrato de Câmbio</h4>



<p>O Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC) corresponde ao adiantamento do valor de uma exportação que ainda irá ocorrer.</p>



<p>Na maioria dos casos, esse tipo de financiamento ocorre para financiar a produção da mercadoria que será exportada, ou pelo menos parte dela.</p>



<p>Pode-se solicitar o adiantamento até 360 dias antes do embarque efetivo da mercadoria exportada, o que oferece um excelente prazo, combinado com os recursos financeiros, para que a empresa adquira os materiais necessários para a fabricação do produto a ser exportado.</p>



<p>O ACC combinado com o FINIMP são grandes aliados para as empresas que possuem operações internacionais de compra e venda.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Adiantamento sobre Cambiais Entregues</h4>



<p>O Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE) é relativamente parecido com o ACC, mas com a diferença que abrange apenas o adiantamento de exportações já embarcadas, isto é, que já ocorreram.</p>



<p>Nessa modalidade, o adiantamento pode ser o total do valor da fatura exportada ou parcial, e o prazo não pode ultrapassar 360 dias à data de embarque.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Fechamento de Câmbio</h4>



<p>Para o fechamento de câmbio, vale muito a pena, negociar com os bancos e corretoras de seu interesse, visto que não há no Brasil nenhuma regra que fixe uma taxa única para todas as instituições.</p>



<p>As flutuações e pequenas diferenças cambiais entre os bancos podem impactar diretamente no resultado das operações, tanto de forma positiva quanto negativa, por isso, a relevância de uma análise detalhada na escolha da instituição financeira. Além disso, deve-se levar em consideração os regulamentos e autorizações vigentes no Banco Central.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quais empresas é indicado o financiamento à importação?</h2>



<p>O financiamento à importação é indicado para todas as empresas que estão em busca de recursos financeiros em seu fluxo de caixa para efetivar suas importações, independentemente do porte da empresa.</p>



<figure><img decoding="async" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2022/05/1-3-1024x683.jpg" alt=""/></figure>



<p>Grandes empresas, muitas vezes utilizam o FINIMP devido ao volume de suas operações, que acumulam valores financeiros expressivos.</p>



<p>Já as empresas de médio e pequeno porte, utilizam o FINIMP para viabilizar suas atividades comerciais sem onerar seu fluxo de caixa, uma vez que entre a importação e a venda final do produto pode decorrer alguns meses.</p>





<h2 class="wp-block-heading">Com a AIN Global você planeja todas as suas importações</h2>



<p>O financiamento à importação deve ser executado de forma estratégica, então, nada melhor do que contar com uma equipe qualificada para auxiliar nesta atividade.</p>



<p>A <a href="https://novo.ainglobal.com.br/importacao/">AIN Global</a> através da expertise dos seus colaboradores especialistas e comprometidos, oferece consultoria e suporte nos serviços prestados para que você concretize estrategicamente suas importações.</p>



<p>Estudamos alternativas que reduzam os custos das suas operações e ajudamos a encontrar ótimas oportunidades para o seu negócio.</p>



<p>Cuidamos com excelência e transparência dos seus processos de importação do início ao fim.</p>
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		<title>Importação aérea: o que é e quais são as principais características?</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 13:35:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todos que trabalham com Comércio Exterior sabem que a falta de uma peça em uma máquina pode comprometer toda uma produção e até parar uma fábrica. Para que uma urgência como essa seja atendida existe a opção de operacionalizar a chegada da carga ao Brasil utilizando a importação aérea. Os motivos que ocasionam essa falta [&#8230;]</p>
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<p>Todos que trabalham com Comércio Exterior sabem que a falta de uma peça em uma máquina pode comprometer toda uma produção e até parar uma fábrica. Para que uma urgência como essa seja atendida existe a opção de operacionalizar a chegada da carga ao Brasil utilizando a importação aérea.</p>



<p>Os motivos que ocasionam essa falta podem ser diversos, entre eles: a quebra da peça em si, o atraso do envio de peças de reposição e manutenção, problemas logísticos ocasionados por força maior – como a Covid-19 – e barreiras não sanitárias impostas por países importadores e exportadores.</p>



<p>No modal aéreo, que conta com a velocidade das aeronaves como meio de transporte, uma carga pode percorrer de um hemisfério a outro em menos de doze horas. Sem contar que a solicitação de reserva é muito mais rápida quando comparado com o modal marítimo.</p>



<p>Para conhecer mais sobre os segredos da importação aérea, continue por aqui.</p>





<h2 class="wp-block-heading">O que é a importação aérea?</h2>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="753" height="502" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-6.png" alt="" class="wp-image-1039" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-6.png 753w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-6-300x200.png 300w" sizes="(max-width: 753px) 100vw, 753px" /></figure>



<p>Importação aérea é o conjunto de operações que visam levar uma carga de um país a outro por meio de aeronaves. Essas operações incluem o transporte em si, mas também permitem:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>o carregamento e descarregamento mais rápidos;</li><li>a possibilidade de fragmentação de cargas em embarques menores; e</li><li>a modalidade de remessa expressa, o <em>courier</em> (que apesar de ter sua própria regulação aduaneira, é transportado pelos ares).</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a importação aérea?</h2>



<p>Em suma, a importação aérea pode ser feita por três formas, que são: o aéreo em avião de passageiro, o transporte em avião cargueiro – ambos são aviões de linha – e o transporte em avião fretado – este exclusivo para uma operação específica.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="774" height="516" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-1.jpg" alt="" class="wp-image-1040" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-1.jpg 774w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-1-300x200.jpg 300w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-1-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 774px) 100vw, 774px" /></figure>



<p>Cada modelo tem particularidades, que podem ser separadas da seguinte maneira:</p>



<p><strong>PAX – passageiro</strong>: são cargas transportadas em porões de aeronaves cuja finalidade é embarcar pessoas e bagagens. A capacidade desta modalidade varia de voo para voo e está sujeita à quantidade de pessoas que embarcarão em cada trecho. Costuma ser a modalidade mais barata, no entanto, possui muitas limitações de peso e dimensões.</p>



<p><strong>CAO – cargueiro</strong>: são aeronaves de linha, ou seja, com datas fixas de saída e chegada, que transportam apenas cargas. Essas aeronaves são excelentes no quesito “capacidade de transportar cargas pesadas” na importação aérea, além de conseguirem carregar cargas perigosas, inclusive armamentos. É uma opção mais cara do que a PAX, contudo, oferece bom custo-benefício.</p>



<p><strong>CHARTER – exclusivo</strong>: é um voo fretado especificamente para determinada carga ou rota. Geralmente quem paga todo o frete é o contratante, ou seja, se a aeronave oferece 100 toneladas de capacidade, mas o requisitante precisa carregar uma tonelada apenas, de qualquer forma ele vai pagar pelo espaço inteiro. É a opção mais cara, porém, com maior flexibilidade.</p>



<p>Existem, ainda, maneiras de consolidar cargas em pontos específicos, chamados de <em>HUBs</em>, com o objetivo de unitizar pequenas cargas e transformá-las em cargas maiores, o que torna incrivelmente mais fácil a negociação por melhores preços com as companhias aéreas.</p>



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<h2 class="wp-block-heading">Como contratar a importação aérea?</h2>



<p>Ao buscar um parceiro fornecedor de importação aérea, o importador precisa analisar, além do custo em si, quais atributos de segurança são oferecidos. Um bom exemplo para começar é verificar se a companhia possui a certificação IATA (<em>International Air Transport Association</em>), que funciona como uma conta corrente nesta instituição que regula o transporte aéreo de cargas no mundo.</p>



<p>Outra dica é procurar empresas que estejam habituadas a trabalhar com determinados nichos, visto que elas darão melhor suporte por conhecerem não apenas a logística, mas também o produto. É comum que empresas de determinados nichos, como o de frutas ou o farmacêutico, busquem empresas especialistas nessas áreas devido à complexidade da operação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vantagens e desvantagens da importação aérea</h2>



<p>Assim como tudo na vida, a importação aérea possui desvantagens: o preço é o maior vilão, enquanto a velocidade é a maior aliada.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-7.png" alt="" class="wp-image-1041" srcset="https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-7.png 1024w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-7-300x200.png 300w, https://novo.ainglobal.com.br/wp-content/uploads/2021/11/1-7-768x512.png 768w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nem sempre se chega a um denominador que atenda ambos, mas frequentemente as empresas conseguem equilibrar essa balança com planejamento e gestão de riscos.</p>



<p>Basicamente, se uma operação de importação marítima atrasou, não é necessário embarcar toda a carga no aéreo. É possível enviar parte dela em um voo para que a fábrica não pare e o restante seja mantido na programação pelos mares.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vantagens</h3>



<p>A velocidade é fator determinante para decidir se uma carga deve ser transportada no modal aéreo ou não. Uma carga urgente é um embarque marítimo que poderia ter sido feito antes de outra forma, portanto, se é urgente: alguém não fez o trabalho direito. Ainda existem os casos em que o produto em si exige velocidade por ter um tempo de vida curto.</p>



<p>Flexibilidade de embarque é também uma vantagem para o aéreo, visto que uma carga que está hoje na China pode chegar ao Brasil amanhã pela tarde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Desvantagens</h3>



<p>Preço logo será lembrado como desvantagem, porque a diferença entre o frete aéreo e o marítimo chega a ser de 1000% por quilo de carga importada. Dessa forma, se um quilo de metal for transportado no marítimo com frete de 1 dólar, esta mesma carga transportada no aéreo terá um frete de 100 dólares.</p>



<p>O risco de perda é um fator a ser considerado. Já que, por conta da velocidade, acontecem casos em que cargas são desviadas de suas rotas e nem sempre são encontradas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os documentos e regulações da importação aérea?</h2>



<p>Todo embarque de importação aérea tem seu conhecimento de carga. Ele é chamado de <em>Airway Bill </em>(AWB) e é transportado junto com a carga durante o voo.</p>



<p>Existem embarques coordenados por agentes de cargas, que emitem o <em>House Airway Bill </em>(HAWB), e embarques coordenados apenas com companhias aéreas, que emitem o <em>Master</em> <em>Airway Bill </em>(MAWB). Quando há envolvimento de ambos, a mesma carga terá estes dois conhecimentos distintos, contendo as mesmas informações.</p>



<p>As cargas aéreas precisam chegar ao Brasil com informação de peso, dados do importador e valor do frete, etiquetadas e acompanhadas do documento de carga original. Além disso, deve possuir detalhes de tipo de madeira, se ela está fumigada, se é madeira compensada ou até se não possui nenhuma madeira.</p>



<p>Qualquer falta ou omissão gera indisponibilidade de liberação da carga com a alfândega, até que o problema seja corrigido ou sanado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conte com a AIN Global para contratar sua importação aérea</h2>



<p>Não existiria país competitivo se não houvesse a importação aérea.</p>



<p>Um dos motivos é o fato de não ser possível transportar todos os tipos de produtos por mar ou terra. Para melhorar seu processo de importação aérea, conte com uma equipe experiente e altamente qualificada. Que acredita que um atendimento de excelência e próximo do cliente é a chave para uma parceria de sucesso.</p>



<p>Se sua empresa precisa de ajuda na redução de custos de importação, ela precisa da <a href="https://novo.ainglobal.com.br/">AIN Global</a>.</p>
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